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A partir desta sexta David Almeida chega nas casas pelo rádio e TV

A mudança em Manaus já começou e é isso que a população poderá acompanhar nos programas eleitorais do prefeito de Manaus, candidato à reeleição, David Almeida (Avante).

As realizações dos últimos três anos e as propostas para a transformação da capital do Amazonas serão apresentadas no horário eleitoral no rádio e na TV.

O plano de governo de David Almeida prevê a construção do primeiro hospital público municipal, além melhorias na segurança pública, infraestrutura e saneamento básico.

A propaganda eleitoral gratuita inicia nesta sexta-feira (30/8) a partir de 12h, e será transmitida de segunda a sábado: no rádio, das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10; e na TV, das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40.

Cada partido ou coligação poderá fazer inserções de 30 a 60 segundos, com 60% do tempo dedicado aos candidatos a prefeito e 40% aos candidatos a vereador. A propaganda será transmitida em emissoras de rádio, TV aberta e por assinatura, conforme regulamentação do TSE.

Propostas

Nos programas a serem exibidos, o eleitor acompanhará as propostas que estão no plano de governo de David Almeida, entre elas, a ampliação da reestruturação das redes de educação e saúde; renovação da frota do transporte coletivo; a entrada da saúde municipal na média complexidade, com a construção do primeiro hospital municipal; a atenção especializada ao autismo; entre outras propostas.

Foto: Dhyeizo Lemos/Assessoria

Cármen Lúcia diz que horário eleitoral será exercício democrático

A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, afirmou nesta quinta-feira (29/8) que o horário eleitoral no rádio e na TV será um espaço de exercício democrático de informação. A declaração foi feita durante a abertura da sessão do TSE de ontem. 

O horário eleitoral gratuito começou nesta sexta-feira (30/8) e vai até 3 de outubro, três dias antes do primeiro turno. Os horários serão divididos em blocos de propaganda dos candidatos às prefeituras. Os candidatos ao cargo de vereador não têm tempo no horário eleitoral.

“A partir de amanhã [sexta-feira] tem início o horário eleitoral gratuito, pelo qual se dá ciência, como é próprio de um processo eleitoral democrático, das propostas dos candidatos. Mais um espaço de exercício democrático de informação”, afirmou.

O horário eleitoral será exibido nas emissoras de  rádio das 7h às 7h10 e das 12h às 12h10. Na televisão, a propaganda eleitoral será transmitida das 13h às 13h10 e das 20h30 às 20h40. Os candidatos a prefeito também terão direito a inserções durante a programação diária.

O primeiro turno das eleições será no dia 6 de outubro. O segundo turno da disputa poderá ser realizado em 27 de outubro nos municípios com mais de 200 mil eleitores, nos quais nenhum dos candidatos à prefeitura atinja mais da metade dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos, no primeiro turno.

Fonte: Agência Brasil

Emendas Parlamentares: projeto de lei deve regulamentar novas regras

O acordo sobre as novas regras de execução das emendas parlamentares deve se concretizar em um projeto de lei complementar, a ser enviado ao Congresso Nacional. A informação é do ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa.

Segundo o ministro, que falou a jornalistas após evento nesta quarta-feira (28/8), a proposta está em fase final de elaboração por integrantes de um grupo de trabalho e deve ser anunciada até esta sexta-feira, que é o fim do prazo pactuado entre integrantes dos Três Poderes na semana passada..

O pacto veio após o Supremo confirmar, por unanimidade, três decisões provisórias do ministro Flávio Dino, que suspendeu as transferências das emendas parlamentares, incluindo as chamadas “emendas Pix”, que permitiam a transferência direta de recursos públicos sem destinação específica a algum projeto ou programa.

Os novos parâmetros para a liberação dos recursos foram definidos em reunião entre ministros do STF, os presidentes da Câmara e do Senado e representantes do governo federal, que estabeleceram que as emendas parlamentares deverão “respeitar critérios de transparência, rastreabilidade e correção”. 

A partir disso, foi constituído um grupo para colocar o acordo no papel. Como o prazo para isso termina no fim de semana, a expectativa é que o projeto de lei complementar seja apresentado no Diário Oficial da União. O texto precisará ser aprovado pelo Congresso Nacional.  

Fonte: Agência Brasil

Moraes nega devolução de celular apreendido com ex-assessor do TSE

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou nesta quinta-feira (29/8) a devolução do celular de Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro no setor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) responsável pelo monitoramento de desinformação nas redes sociais.

O celular de Tagliaferro foi apreendido pela Polícia Federal (PF) por determinação de Moraes durante depoimento prestado na semana passada no inquérito que apura o vazamento das conversas que embasaram reportagens do jornal Folha de S.Paulo.

As matérias jornalísticas acusaram o ministro de usar “formas não oficiais” para determinar a produção de informações para investigar aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro durante as eleições de 2022, período em que Moraes foi presidente do TSE. Após a divulgação, o ministro disse que todos os procedimentos foram oficiais e regulares.

Na decisão, Alexandre de Moraes disse que o pedido de devolução do aparelho é “confuso, sem fundamentação e absolutamente impertinente”.

Por determinação de Alexandre de Moraes, a PF investiga o vazamento de conversas entre Tagliaferro, que foi responsável pela Assessoria Especial de Enfrentamento à Desinformação (AEED) durante a gestão do ministro, e Airton Vieira, juiz auxiliar de Moraes. Tagliaferro era o responsável pela produção dos relatórios.

Em maio do ano passado, o ex-assessor foi preso por violência doméstica. Após a prisão, ele foi demitido pelo ministro. Durante o período da prisão, o aparelho ficou sob a custódia da Polícia Civil de São Paulo.

Após a apreensão do celular, a defesa de Eduardo Tagliaferro afirmou que a medida não é comum durante depoimentos. “Mais uma situação em que o abuso de autoridade e o excesso de poder salta aos olhos”, declarou o advogado Eduardo Kuntz.

Fonte: Agência Brasil

MEC propõe grupo para debate sobre operações policiais em escolas

O Ministério da Educação (MEC) sugeriu a criação de um grupo de trabalho ou uma comissão para discutir os impactos de operações policiais no funcionamento do sistema educacional, bem como formas de reparação em casos onde ocorrem o fechamento de escolas e a suspensão de aulas.

A proposta foi apresentada por meio de ofício encaminhado nesta quarta-feira (28/8) ao Conselho Nacional de Educação (CNE).

O documento é assinado por Katia Schweickardt, secretária de Educação Básica do MEC, e Alexsandro Santos, diretor de Políticas e Diretrizes da Educação Integral Básica. Sugestão é que o grupo de trabalho envolva representantes do Fórum Nacional de Conselhos Estaduais e Distrital de Educação e da União Nacional de Conselhos Municipais de Educação.

“A Secretaria de Educação Básica, desde já, coloca-se à disposição para apoiar esse diálogo interfederativo”, diz o texto.

O ofício também cita a importância de esforços para a construção dos arcabouços regulatórios e normativos que resultem na melhoria contínua da qualidade da educação básica.

“Embora reconheçamos a autonomia dos sistemas de ensino dos estados, do Distrito Federal e dos municípios para organizar, manter e gerir sua rede de ensino, consideramos que este Conselho Nacional de Educação tem se constituído num espaço institucional de articulação interfederativa e sido capaz de construir entendimentos compartilhados sobre questões importantes de abrangência nacional”.

A proposta surge em resposta aos questionamentos encaminhados pelo Ministério Público Federal (MPF), por meio da Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão. Há duas semanas, a instituição solicitou ao MEC informações sobre a existência de uma diretriz nacional sobre o impacto das operações policiais no sistema educacional e uma forma de reparação, para que os alunos não carreguem esse déficit durante toda a trajetória escolar.

MPF

A postura do MEC foi bem recebida pela MPF. “É um alento importante nessa discussão. Vamos acompanhar esse debate sobre a possível instituição de um grupo de trabalho. E vamos continuar não só apurando como eventualmente recomendando e trazendo questões que precisam ser pensadas de modo interfederativo, com vistas à reparação em razão destas violações”, disse Julio José Araujo, procurador do MPF.

No Rio de Janeiro, onde a situação é corriqueira, levantamentos registram números alarmantes. No Complexo da Maré, na zona norte da cidade, um boletim produzido pela organização Redes da Maré indica que, entre 2016 e 2023, foram 146 dias com aulas suspensas e escolas fechadas em decorrência de operações policiais. Em fevereiro desse ano, quando houve operações da Polícia Militar simultaneamente em diferentes comunidades da capital fluminense, a Secretaria Municipal de Educação contabilizou 62 unidade fechadas, afetando 20,5 mil alunos.

Na semana passada, nova operação no Complexo da Maré levou professores a realizar manifestação em frente à prefeitura, na qual cobraram o cumprimento do protocolo de segurança do Acesso Mais Seguro. Ele prevê a suspensão das aulas quando houver risco de ocorrências de tiroteios.

Nos questionamentos enviados ao MEC, o MPF revela suas preocupações com o déficit educacional provocado pelas interrupções recorrentes e defende a necessidade de se estabelecer regras sobre a compensação pelos dias letivos perdidos. São citados dados da própria Polícia Militar, segundo os quais 522 incursões entre janeiro de 2022 e junho de 2023 teriam em horário escolar no período. 

Fonte: Agência Brasil

Violência política contra mulheres só teve 1 condenação desde 2021

Pesquisa aponta que das 175 representações de violência política de gênero e raça feitas no Brasil em dois anos e meio, apenas 12 (ou 7%) transformaram-se em ações penais eleitorais. “Dessas 12 ações, oito ainda estavam em fase de julgamento. Até agora, só houve duas sentenças, desde que a lei sobre violência política contra mulheres foi criada, em agosto de 2021, até janeiro deste ano”, afirma a diretora do Instituto Alziras, Michelle Ferreti, que coordenou a pesquisa. As duas sentenças, uma de condenação e outra de absolvição, são ainda passíveis de recurso.

Os dados estão no Monitor da Violência Política de Gênero e Raça, do Instituto Alziras.“Nenhum processo ainda tinha transitado em julgado (não tinha percorrido todas as instâncias de julgamento). Então, a gente vê que há uma morosidade do próprio sistema de justiça em poder apurar, de fato, os casos e fazer a devida responsabilização dos atores”, diz a pesquisadora. 

Ela contextualiza que os casos monitorados estavam sendo acompanhados pelo Grupo de Trabalho de Prevenção e Enfrentamento à Violência Política de Gênero do Ministério Público Federal.  O estudo realizado pela organização social avalia que ainda são necessárias medidas urgentes para garantir eleições mais seguras para as mulheres, mesmo com a Lei de Violência Política de Gênero (Lei 14.192, de 2021).

Homens brancos agressores

Entre os casos analisados, todas as vítimas das ações penais ajuizadas eram mulheres eleitas, enquanto 92% dos acusados eram homens, dos quais 62% eram brancos. Além disso, metade dos episódios de violência ocorreu em ambiente parlamentar. “Isso chamou a nossa atenção: os casos que avançaram no sistema de justiça foram exclusivamente os casos de mulheres que já tinham mandato. Os processos das candidatas acabam tendo mais lentidão”, alertou a diretora do Instituto Alziras. Michelle Ferreti entende que os dados sugerem que a lei tem sido menos eficaz na proteção dessas mulheres sem mandato e, por isso, menos protegidas.

Michelle Ferreti argumenta que o problema relaciona-se com a dificuldade do acesso à justiça e que os casos que evoluem são de mulheres com mandato e em sua maioria (53%) de brancas. “O que também nos sugere que as mulheres negras, além de serem o maior grupo populacional do país, são as que sofrem as mais graves ameaças e são vítimas dos mais graves casos de violência política de gênero e raça”.  

Subnotificação

Outro alerta trazido pela pesquisadora é que haveria uma parcela importante de subnotificação dos casos de violência política de gênero e raça no Brasil. “As pessoas não sabem onde e como denunciar, seja porque elas também têm medo de fazer denúncia ou porque têm medo de retaliação”, pondera.

Mais um problema é que, dentre as notificações ao Ministério Público, haveria ainda um problema sobre a compreensão da lei pelos próprios atores e do sistema de justiça. “Muitos casos acabam saindo da esfera eleitoral e indo para a esfera civil porque são tratados como injúria ou difamação, e os crimes de violência política de gênero acabam sendo classificados de outra forma”, exemplifica. 

Pela internet

O estudo identifica que no Brasil há uma cultura política de muita violência, sexista e racista, contra mulheres nos espaços de poder e tomada de decisão. “A gente também viu que em 30% dos casos essas violências se deram de forma virtual”, diz Michelle Ferreti. Para ela, a violência política é crime contra a democracia, já que haveria tentativa de silenciamento e interdição no debate.  “A gente tem feito um esforço de reduzir essa subnotificação e, por outro lado, tentar avançar no sentido de fazer a formação dos atores para que haja uma apuração e uma responsabilização mais eficazes de possíveis acusados desse crime”.

Para denunciar casos de violência política, o Ministério Público Federal e o próprio Instituto Alziras (telefone  61.3771-1071) disponibilizam canais de denúncias.

Fonte: Agência Brasil / Foto: Carol Ferraz/ ATBr

Emendas: STF dá mais 10 dias para governo e Congresso definirem acordo

O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu mais dez dias para que o Congresso e o governo federal cheguem ao acordo final para liberação das emendas impositivas e as chamadas “emendas Pix”.

A prorrogação do prazo foi anunciada nesta quinta-feira (29/8) após reunião entre o presidente do Supremo, Luís Roberto Barroso, o ministro Flávio Dino, relator das ações sobre as emendas na Corte, o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e o advogado-geral da União, Jorge Messias. O prazo terminaria nesta sexta-feira (30/8).

No dia 20 deste mês, Barroso reuniu os presidentes da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL) e do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG). Durante o encontro, ficou definido que as “emendas Pix” deverão ser destinadas prioritariamente para obras inacabadas e as impositivas de bancadas serão encaminhadas para projetos estruturantes dos estados.

Com as balizas estabelecidas pelo Supremo, a Câmara e o Senado tinham dez dias para viabilizarem o cumprimento do acordo. Contudo, ainda não houve consenso entre os representantes dos dois Poderes.

Até o estabelecimento das regras, permanece válida a decisão do ministro Flávio Dino, confirmada pelo plenário da Corte, que suspendeu o pagamento das emendas até que medidas de transparência e controle dos recursos das emendas sejam cumpridas. 

Segundo o STF, após o Legislativo e Executivo fecharem o acordo final, as regras deverão ser aprovadas pelo plenário da Corte.

Fonte: Agência Brasil

Soluções para a crise climática pautam reunião do MP do Amazonas com o Ministério do Meio Ambiente

Com a participação de mais de 40 promotores de Justiça, o Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM) se reuniu, na tarde desta quinta-feira (29/08), com o secretário extraordinário de Controle de Queimadas do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) para discutir estratégias de combate a queimadas e coordenar ações entre os três poderes.

Na reunião, o MPAM e o secretário do MMA André Rodolfo de Lima abordaram medidas para fortalecer o enfrentamento às queimadas, com ênfase na cooperação entre os ministérios e na integração das ações federais e estaduais. Também foram mencionadas as iniciativas do Governo Federal, que está estabelecendo bases avançadas na Amazônia para mitigar novos focos de calor, com atenção especial a áreas críticas, como Humaitá, Lábrea e Boca do Acre, além da BR-230.

Os participantes discutiram a integração do Ministério Público nas ações, ressaltando a importância da participação em campanhas de campo e ações legais para reduzir incêndios. Destacou-se ainda a necessidade de direcionar recursos para fortalecer o combate aos crimes ambientais, com propostas de endurecimento das penas e facilitação de prisões preventivas. Além disso, foi compartilhada uma lista de imóveis embargados pelo governo federal, e enfatizada a importância da comunicação regular entre promotores e órgãos federais. Uma nova reunião será agendada para definir a estratégia das frentes de combate.

Relatos

Os promotores de Justiça ressaltaram a grave situação do Estado do Amazonas, agravada pelas queimadas e pela crise ambiental. Venâncio Antônio Castilhos de Freitas Terra, titular da 1ª Promotoria de Justiça de Manicoré, informou ao secretário sobre os sérios problemas respiratórios causados pela fumaça, expressando preocupação com os anos de sofrimento da população amazonense e a urgência de ações eficazes para mitigar o impacto ambiental e melhorar a qualidade de vida local.

Já o promotor Sylvio Henrique Lorena Duque Estrada destacou a necessidade de endurecer as penas para crimes ambientais, afirmando que a legislação atual não reflete a gravidade da situação.

Carlos Sérgio Edwards de Freitas, promotor de Justiça e coordenador do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça Especializadas na Proteção e Defesa do Meio Ambiente, Patrimônio Histórico e da Ordem Urbanística (CAO-MAPH-URB), enfatizou a importância da colaboração entre os órgãos competentes e propôs uma campanha de campo com uma atuação mais incisiva do Estado.

A reunião resultou na criação de um canal direto entre promotores do interior e o secretário do Ministério do Meio Ambiente, visando a troca de informações e a coordenação de ações futuras para enfrentar a crise ambiental.

Situação climática alarmante

A notificação ocorre em resposta à situação crítica causada pela estiagem, classificada como um desastre natural pelo Decreto Estadual n.º 49.763, de 5 de julho de 2024. A estiagem afeta diretamente o acesso à educação, um direito social garantido pela Constituição Federal, especialmente em comunidades ribeirinhas e áreas mais isoladas.

A crise climática ocorre em nível nacional, em 2024, com o Brasil liderando o número de focos de queimadas na América Latina, com 88.902 registros, segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). Em comparação, a Venezuela contabilizou 38.660 focos, a Bolívia, 29.835, e a Argentina, 15.594. No Brasil, o estado com mais focos é o Mato Grosso (16.734), seguido por Pará (11.568) e Amazonas (10.291).

Além disso, os municípios amazonenses de Apuí e Lábrea se destacaram negativamente, com 3.012 e 1.898 focos, respectivamente, ocupando o segundo e o terceiro lugar no ranking nacional de incidências em 2024.

Foto: Mauro Neto/Secom

MP orienta conselheiros tutelares e repartições públicas sobre propaganda durante eleições

Com o intuito de prevenir condutas irregulares durante o período de campanha, o Ministério Público Eleitoral (MP Eleitoral) emitiu recomendações direcionadas aos Conselheiros Tutelares e às repartições públicas dos municípios de Manacapuru e Caapiranga, visando orientar sobre práticas de publicidade vedadas durante período eleitoral. As orientações também foram estendidas às instituições bancárias da 6ª Zona Eleitoral, no que se refere à abertura de contas bancárias para candidatos e partidos.

As recomendações do MP Eleitoral, direcionadas aos presidentes dos Conselhos Tutelares de Manacapuru e Caapiranga, destacam a proibição expressa de utilização do Conselho Tutelar para fins de propaganda e atividades político-partidárias. Baseando-se na Resolução n.º 231 do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e na Lei Federal nº 9.504/97, o documento esclarece que os conselheiros que desrespeitarem as normas estarão sujeitos a penalidades, que podem incluir advertência, suspensão ou destituição do cargo.

A promotora eleitoral Tânia Maria de Azevedo Feitosa, responsável pelas orientações, reforçou que, “embora não seja proibida a livre manifestação político-partidária dos membros do Conselho Tutelar, essas manifestações devem ocorrer com discrição, de forma a evitar qualquer confusão entre a figura do conselheiro e sua atuação político-partidária”. Foi recomendada a proibição de propagandas políticas nas dependências do Conselho Tutelar, a não participação em registros audiovisuais com candidatos e o cuidado ao expressar apoio a candidatos em redes sociais, de modo a deixar claro que se trata de opinião pessoal, desvinculada do cargo.

Repartições públicas e propaganda institucional

Em outra recomendação, o MP Eleitoral orientou os representantes dos poderes executivo e legislativo, bem como os gestores de autarquias, fundações, empresas públicas e sociedades de economia mista de Manacapuru e Caapiranga, a evitar a veiculação de publicidade institucional que possa promover candidatos. A recomendação reforçou as limitações impostas pela legislação eleitoral sobre o uso de recursos públicos em publicidade durante o período eleitoral, destacando as penalidades para aqueles que infringirem as normas, que vão desde multas até a cassação de mandatos.

Orientações às instituições bancárias

As recomendações também se estenderam às instituições bancárias que atendem à 6ª Zona Eleitoral, composta pelos municípios de Manacapuru, Anamã e Caapiranga. O documento destacou a obrigação dos bancos de abrir contas específicas para candidatos e partidos políticos, conforme estipulado pela legislação eleitoral. A promotora alertou que qualquer negativa ou atraso na abertura dessas contas pode ser considerado uma infração eleitoral e será reportada às autoridades competentes para apuração.

As recomendações foram divulgadas no Diário Oficial do Ministério Público do Estado do Amazonas (Dompe) da última quarta-feira (28/08) e enviadas para as autoridades competentes dos três municípios, como parte das medidas preventivas para garantir a lisura do processo eleitoral em 2024.

Foto: Divulgação

Confira a agenda dos candidatos à Prefeitura de Manaus nesta sexta, 30/8

Confira a agenda política, dos candidatos à Prefeitura de Manaus, nesta sexta-feira (30/08). As informações foram divulgadas pelas assessorias dos candidatos:

David Almeida (Avante)

Manhã
Entrevista ao Programa Alô Cidade – TV A Crítica.
Gestão: agenda administrativa e vistoria em obras.

Tarde
Gestão: agenda administrativa e vistoria em obras.

Noite
Não há agenda prevista.

Amom Mandel (Cidadania)

O candidato estará em Brasília para compromissos de mandato.

Roberto Cidade (União Brasil)

Manhã
Visita fábrica do Distrito Industrial

Noite
Reunião comunitária na zona norte

Capitão Alberto Neto (PL)

Manhã
Caminhada Zona Norte

Tarde
Reunião apoiadores
Adesivaço com candidato Cel. Rosses

Noite
Reunião Zona Leste

Marcelo Ramos (PT)

Manhã
10h – Reunião com equipe de campanha.

Tarde
16h – Inauguração do Comitê da Juventude MR.

Noite
19h30 – Lançamento da campanha Marcelo Ramos e Zé Ricardo no Petropólis.

Wilker Barreto (Mobiliza)

Manhã
09h00 – Atividade parlamentar na Assembleia Legislativa

Tarde
12h30 – Reunião na FCDL Amazonas e CDL Manaus
16h30 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Noite
19h30 – Reunião com Lideranças Comunitárias
21h00 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Gilberto Vasconcelos (PSTU)

11h30 – Entrevista Amazonas Urgente.

A reportagem pode ser atualizada a qualquer momento, caso ocorra alteração no cronogama dos candidatos.

Foto: Reprodução