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Barroso diz que há politização indevida sobre suspensão do X

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse nesta segunda-feira (2/9) que há “politização indevida” sobre o caso da suspensão da rede social X no Brasil. O ministro participou pela manhã de uma palestra na Universidade de São Paulo.

A suspensão foi determinada na sexta-feira (30/8) pelo ministro Alexandre de Moraes após o bilionário Elon Musk, dono da rede social, afirmar que não vai cumprir a determinação de retirar do ar perfis de investigados pela Corte pela publicação de mensagens consideradas antidemocráticas e com conteúdo ofensivo aos membros do STF.

Na avaliação de Barroso, a recusa de cumprimento de decisões judiciais e a retirada da representação do X no Brasil são comportamentos inaceitáveis. Segundo o ministro, toda plataforma digital precisa ter representação no país em que atua.

“A atitude de retirar a representação para não ter que cumprir ordens judiciais e para não ter que observar a legislação brasileira é um comportamento que não seria aceitável em qualquer lugar do mundo. Portanto, não há nada de excepcional, salvo uma politização indevida”, afirmou.

Mais cedo, por unanimidade, a Primeira Turma da Corte referendou a decisão individual de Alexandre de Moraes que suspendeu o X no Brasil.

A decisão também determina a aplicação de multa diária de R$ 50 mil para pessoas físicas e jurídicas que utilizarem uma Virtual Private Network (VPN) para burlar a suspensão e acessar a rede.

Fonte: Agência Brasil

Ministro diz que mudança manterá combate à liberação de armas

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, afirmou, nesta segunda-feira (2/9), em Brasília, que qualquer mudança apresentada pelo governo sobre o controle de acesso a armas de fogo e funcionamento de clubes de tiro vai manter o princípio de combate à liberação de armas no país. Na semana passada, após acordo com o governo, o projeto que anularia regras sobre armas foi retirado da pauta de votação do Senado Federal.

“Qualquer alteração que venha a ser feita no diálogo com Congresso Nacional vai buscar manter esses princípios de combater a liberação de armas que foi feita pelo governo anterior e de combater qualquer tipo de insegurança às nossas crianças que estão nas escolas e à cultura da paz que a gente precisa cultivar no nosso país. Então, vamos continuar, hoje, junto com o Ministério da Justiça, junto com os líderes do Senado, tratando dos detalhes em relação a isso”, disse Padilha após reunião de articulação política com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, no Palácio do Planalto.

O projeto de decreto legislativo (PDL) que estava na pauta anula partes de um dos decretos sobre armas assinados pelo presidente Lula em 2023, que aumentou as exigências para o uso de armas e o funcionamento dos clubes [de tiro]. O texto, que veio da Câmara dos Deputados, seria votado na terça-feira (27/8), mas houve um acordo entre parlamentares e o governo para que seja editado um novo decreto presidencial para corrigir alguns pontos do decreto em vigor.

Lacunas

De acordo com o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), a simples revogação de trechos do decreto poderia causar lacunas sobre outros pontos na legislação. Por esse motivo, a edição de um novo decreto seria mais adequada.

Um dos principais pontos do acordo é a retomada da autorização para que clubes de tiro desportivo fiquem a menos um quilômetro de distância em relação a instituições de ensino. O decreto em vigor proíbe essa proximidade, mas o relator do PDL, senador Vanderlan Cardoso (PSD-GO), lembrou que a mudança prejudicaria vários clubes [de tiro] já estabelecidos de acordo com regras anteriores e, em seu relatório, acabou com essa exigência.

O projeto foi apresentado sob a justificativa de que as exigências do decreto presidencial inviabilizariam a atividade dos colecionadores de armas e dos praticantes de tiro esportivo. O texto acabaria com a obrigação de os atiradores desportivos participarem de competições anuais com todas as armas que possuem e passaria a permitir o uso de arma de fogo para atividades diferentes daquela declarada no momento da aquisição do equipamento.

Armas históricas

Segundo o ministro Padilha, as discussões vão no sentido de aprimorar o mecanismo para não dificultar a atuação de praticantes esportivos e também para aquisição e manutenção de armas históricas.

“Por exemplo, o decreto original estabelecia que o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional  (Iphan) teria que ser acionado em todas as situações. Então, tem uma proposta para que você possa permitir que outros órgãos possam registrar essas armas que são consideradas históricas. Armas históricas são desconstituídas, enquanto arma de fogo você não pode ter munição, tem que desativar essa arma, você tem regras do que é reconhecer uma arma histórica”, explicou.

Para Padilha, a discussão deve ser técnica, mas “sem abrir mão da prioridade absoluta do governo que é conter a liberação de armas. Uma liberação de armas que só alimentou os criminosos, só alimentou as organizações criminosas do nosso país e colocou em risco as nossas crianças [e] a cultura da paz”, acrescentou.

Fonte: Agência Brasil

Orçamento de 2025 buscará R$ 166,2 bilhões extras para zerar déficit

O projeto de lei do Orçamento de 2025 buscará R$ 166,2 bilhões em receitas extras para cumprir a meta de zerar o déficit primário no próximo ano. A maior parte dos recursos virá de programas especiais de renegociação de dívidas de empresas (R$ 30 bilhões) e da retomada do voto de desempate do governo no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), órgão da Receita que julga administrativamente débitos de grandes contribuintes (R$ 28,5 bilhões).

Enviado ao Congresso Nacional na sexta-feira (30/8) à noite, o projeto está sendo detalhado em entrevista coletiva nesta segunda-feira (2/9). Como algumas medidas dependem de votações no Congresso e das negociações para prorrogar a desoneração da folha de pagamento, o governo pode enviar medidas adicionais caso haja frustração de receitas.

Do lado das despesas, o governo pretende reduzir as despesas obrigatórias em torno de R$ 26 bilhões. O plano de revisão foi anunciado na semana passada pelos Ministérios da Fazenda e do Planejamento.

Segundo o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Dario Durigan, o Orçamento de 2025 está em linha com o dos últimos anos, com o governo buscando corrigir distorções tributárias que favorecem os mais ricos e impactam a arrecadação.

“O Orçamento não é um ponto fora da curva. Se a gente começou o ano passado com uma estratégia consistente, a gente vem repetindo essa estratégia, a importância do equilíbrio fiscal para a cidadania brasileira. A gente começou a fazer isso ano passado, cobrando de quem não paga. O Orçamento de 2025 não pode fugir dessa linha”, declarou.

O secretário ressalta que outro fator que contribuirá para a alta das receitas no próximo ano são as medidas aprovadas em 2023, que estão surtindo efeito no médio prazo.

“A gente tem visto o crescimento da receita real [acima da inflação] 9% acima de todas as despesas federais. Quando o país cresce 2,9%, este ano 2,5%, um pouco mais, vemos a receita cresce 9% Se olhar a variação nominal, o crescimento é quase 15%. O resultado de um esforço feito no ano passado pelas instituições brasileiras, tanto do governo federal, como pelo Congresso e pelo Judiciário”, comentou.

Desoneração da folha

Em relação à desoneração da folha de pagamento, a proposta de Orçamento prevê o reforço de R$ 26 bilhões no próximo ano, considerando que o Congresso não conseguirá aprovar a tempo o projeto de lei que compensa o incentivo para 17 setores da economia e para pequenos municípios. Caso o acordo fechado com o Supremo Tribunal Federal prospere e o projeto seja aprovado até 11 de setembro, o orçamento reduziu a arrecadação para R$ 18 bilhões, porque nesse caso a folha será reonerada gradualmente até 2027.

Em caso de aprovação do acordo, os R$ 8 bilhões de diferença na arrecadação, informou Durigan, virão de projetos a serem enviados ao Congresso que instituirão a taxação para grandes empresas de tecnologia e redes sociais (big techs) e a taxação de 15% para as multinacionais defendida pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). Na semana passada, o secretário havia anunciado que pretendia enviar o projeto ainda no segundo semestre.

Outras medidas alternativas, caso haja frustração nas negociações, são a continuidade na agenda de revisão de gastos, o ajuste no ritmo de execução do Orçamento para cumprir a meta de déficit primário zero e o “empoçamento” de recursos – verbas com vinculações autorizadas, mas que não conseguem ser gastas nem remanejadas, como emendas impositivas.

CSLL e JCP

Na última sexta-feira (30/8), o governo enviou ao Congresso um projeto de lei que eleva em um ponto percentual a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) para a maioria das empresas e em dois pontos percentuais para as instituições financeiras. A proposta também prevê o aumento, de 15% para 20%, do Imposto de Renda cobrado dos Juros sobre Capital Próprio (JCP), forma de distribuição de lucro por meio da qual o acionista é tributado.

A proposta pretende reforçar a arrecadação em R$ 17,9 bilhões no próximo ano. Desse total R$ 14,9 bilhões virão da CSLL e R$ 3 bilhões do Imposto de Renda sobre a JCP. Em relação a declarações recentes do presidente da Câmara, Arthur Lira, de que o projeto dificilmente será aprovado, Durigan disse que o governo e o Congresso poderão construir alternativas.

“O presidente Lira [Arthur Lira, presidente da Câmra dos Deputados], justiça seja feita, é um dos grandes parceiros da agenda econômica do país. Graças a ele, a reforma tributária tramitou no Congresso Nacional com prioridade. No ano passado, todas as nossas propostas que a gente apresentou foram tratadas de maneira muito responsável. O presidente Lira é parceiro e certamente vai entender os números e as projeções e nos ajudar com as alternativas”, declarou.

Receitas

• Novo programa de solução de litígio: R$ 30 bi

• Voto de desempate do governo no Carf: R$ 28,5 bi (redução)

• Controle na utilização de benefícios tributários: R$ 20 bi

• Fim da desoneração da folha, caso haja falta de acordo: R$ 26 bi

• Aumento linear na CSLL: R$ 14,9 bi

• Mudança na retenção de Imposto de Renda sobre JCP: R$ 3 bi

• Outorgas do Ministério dos Transportes: R$ 10 bi

• Dividendos de estatais: R$ 33,8 bi

• Total: R$ 166,2 bi

Revisão de gastos:

• Benefício de Prestação Continuada: R$ 6,4 bi

• Revisão de gastos no INSS: R$ 7,3 bi

• Proagro: R$ 3,7 bi

• Revisão de benefícios por incapacidade: R$ 3,2 bi

• Bolsa Família: R$ 2,3 bi

• Gasto com pessoal: R$ 2 bi

• Seguro defeso: R$ 1,1 bi

• Total: R$ 25,9 bi

Medidas adicionais, caso haja frustração de receitas

• Tributação de grandes empresas de tecnologia e redes sociais (big techs)

• Tributação global de 15% sobre multinacionais (pilar 2 da OCDE)

• Continuidade da revisão de gastos

• Bloqueios e contingenciamentos, se necessário

• Ritmo de execução do Orçamento para cumprir meta de déficit zero

• Empoçamento de verbas autorizadas, mas que não conseguem ser gastas (em torno de R$ 20 bi)

Fonte: Agência Brasil

Vence prazo de 30 dias para Venezuela publicar dados eleitorais

O prazo de 30 dias previsto na Lei Orgânica dos Processos Eleitorais da Venezuela para publicação no Diário Oficial dos resultados da eleição venceu, mas os dados da votação por mesa eleitoral não foram ainda divulgados publicamente.

Na decisão do Tribunal Supremo de Justiça (TSJ) que validou a vitória do presidente Nicolás Maduro, foi determinada a publicação dos dados no prazo estimulado pela legislação. De acordo com o artigo 155 da lei dos processos eleitorais, deve-se publicar as informações em 30 dias após a proclamação do vencedor, o que ocorreu no dia 29 de julho.

Na semana passada, o Conselho Nacional Eleitoral (CNE) da Venezuela informou que acataria a decisão do TSJ. “No lapso da lei, [o CNE] cumprirá com o ordenado pela Sala Eleitoral do TSJ”, afirmou o Poder Eleitoral, em nota.

Na página oficial da Imprensa Nacional da Venezuela, onde se publica o Diário Oficial do país, a última atualização é do dia 21 de agosto. Portanto, são 12 dias sem que se atualize as publicações oficiais dos poderes públicos venezuelanos.

Na última sexta-feira (30), data que marcou o fim do prazo de 30 dias da proclamação do resultado, a Venezuela amanheceu sem eletricidade em quase todos os estados. O governo denunciou que o apagão foi causado por ações de sabotagem contra o sistema elétrico que buscaram inutilizar a Hidrelétrica de Guri, no estado Bolívar. 

“É um ataque cheio de vingança e ódio contra a Venezuela, que vem das correntes fascistas que fingiam ser oposição política. Dizemos que estamos preservados e protegidos o Guri”, informou Maduro em uma rede social. A Hidrelétrica de Guri é a principal fonte de energia elétrica da Venezuela.

Edmundo

Ainda na semana passada, o candidato opositor Edmundo González foi notificado pela terceira vez pelo Ministério Público da Venezuela para que preste depoimento sobre a investigação que apura supostos crimes de “usurpação de funções, forjamento de documento público; instigação à desobediência das leis, delitos informáticos, associação para delinquir e conspiração”.

Segundo a notificação, caso não compareça à sede do órgão em Caracas, o Ministério Público pedirá a prisão do opositor por risco de fuga e perigo de obstrução da Justiça.

Em nota, a coalização Plataforma Unitária – que apoia Edmundo – afirma que o político é alvo de uma perseguição e que não cometeu nenhuma ilegalidade. O MP investiga os responsáveis pela página na internet onde foram publicadas as supostas atas eleitorais da oposição que dão a vitória à Edmundo González.

A investigação cita que a página na internet busca usurpar as competências do CNE, única instituição com poder para publicar os resultados das eleições na Venezuela. O chefe do MP, Tarek William Saab, afirma que os “supostos documentos” são falsificados, “causando a difusão desta informação falsa para agitar a população”.

Repressão

As denúncias de prisões arbitrárias continuam no país. Organizações de direitos humanos e a oposição acusam o governo Maduro de perseguir e prender lideranças, ativistas e jornalistas. A Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) condenou as detenções.

“Nos casos documentados, a privação de liberdade foi acompanhada por uma série de violações das garantias judiciais, como o confinamento solitário, a imposição de defensores públicos, a falta de comparência em tribunal em tempo útil ou de apresentação perante os tribunais em casos de terrorismo. As pessoas detidas seriam acusadas de crimes como terrorismo ou associação criminosa”, diz a comissão ligada à Organização dos Estados Americanos (OEA).

As autoridades venezuelanas argumentam que estão lutando contra grupos criminosos que promoveram ataques à militantes chavistas e prédios públicos na tentativa de alimentar um golpe de Estado contra o resultado da eleição do dia 28 de julho.

Fonte: Agência Brasil

Posse do amazonense Mauro Campbell Marques como novo corregedor nacional de Justiça acontece nesta terça-feira (03/09)

Em cerimônia que acontecerá no Plenário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), em Brasília, nesta terça-feira (03/09), às 10h (às 9h, no horário de Manaus) o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Mauro Campbell Marques, toma posse como novo corregedor nacional de Justiça para o biênio 2024/2026, em substituição ao ministro Luis Felipe Salomão.

Campbell teve seu nome aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), por unanimidade, no dia 19 de junho deste ano, para o cargo de corregedor do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) até 2026. A nomeação foi assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 31 de julho.

A Corregedoria Nacional de Justiça é responsável pela orientação, coordenação e execução de políticas públicas voltadas à atividade correicional e ao bom desempenho da atividade judiciária dos tribunais e juízos e dos serviços extrajudiciais do País.

Na última quarta-feira (28/08), em seu último dia no colegiado de direito público antes de tomar posse como corregedor no CNJ, Mauro Campbell recebeu as homenagens dos integrantes da Primeira Seção do Superior Tribunal de Justiça. A sessão da semana passada marcou a chegada da ministra Maria Thereza de Assis Moura ao órgão julgador, após presidir o STJ entre 2022 e 2024.

Na oportunidade, diante de sua esposa e filhos, que acompanharam a sessão, Mauro Campbell Marques falou sobre o início da sua atuação na Primeira Seção do STJ, quando faziam parte do colegiado, entre outros, os ministros Luiz Fux (hoje no Supremo Tribunal Federal) e Teori Zavascki (falecido) e a ministra aposentada Eliana Calmon.

Segundo o ministro, seu trabalho de 17 anos no STJ só foi possível graças aos servidores e às servidoras de seu gabinete. “A eles atribuo a minha gratidão mais profunda, por indicarem meus erros e, assim, evitá-los ou repará-los em tempo”, comentou.

Ao mencionar alguns julgados marcantes de todo esse período, Campbell ressaltou a atuação do colegiado na preservação do meio ambiente. “A nossa forja, de onde viemos, explica muito a conduta que temos na bancada julgadora. A minha gratidão aos povos da floresta, especialmente ao povo de Manicoré (AM), que começou a tecer o operador do direito ao tempo em que fui promotor de Justiça naquele município”, concluiu.

Natural de Manaus, Mauro Campbell Marques formou-se em Direito pelo Unibennett – Centro Universitário Metodista Bennett. É o atual diretor-geral da Escola Nacional de Formação e Aperfeiçoamento de Magistrados (Enfam), além de integrar a Corte Especial, a 1.ª Seção e a 2.ª Turma do Superior Tribunal de Justiça.

Após tomar posse como ministro do STJ, em 17 de junho de 2008, em vaga destinada ao Ministério Público, já exerceu os cargos de corregedor-geral da Justiça Federal; ministro efetivo do Tribunal Superior Eleitoral e corregedor-geral da Justiça Eleitoral brasileira.

O ministro já atuou como professor, advogado, secretário de Estado de Justiça, de Segurança Pública, de Controle Interno, Ética e Transparência no Amazonas. Antes de chegar ao STJ, foi membro do Ministério Público por 21 anos e chefiou a instituição no Amazonas por três vezes, sempre eleito pelos seus pares.

Foto:  Ricardo Lima / TJPA

TCE-AM reprova contas e multa ex-presidente da Câmara de Jutaí em R$ 20 mil

Os conselheiros do Tribunal de Contas do Amazonas (TCE-AM) reprovaram a prestação de contas do exercício de 2021 da Câmara Municipal de Jutaí e determinaram que o então gestor responsável, Everaldo Jaques Costa, devolva aos cofres públicos R$ 20 mil em multas.

A decisão foi proferida na manhã desta segunda-feira (2/9), durante a 31ª Sessão Ordinária do Tribunal Pleno, que também contou com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Corte de Contas amazonense.

Em seu voto condutor, o conselheiro-relator Mario de Mello destacou diversos atos praticados com grave infração à norma legal por parte do gestor, entre eles: déficits orçamentários sem justificativas adequadas; inadimplência e disponibilidades financeiras insuficientes; falta de transparência; controle patrimonial e almoxarifado ineficazes; falta de publicidade de compras e irregularidades em licitações; entre outros.

O gestor responsável possui 30 dias para realizar o pagamento das multas ou para recorrer da decisão do Tribunal Pleno.

Os conselheiros também determinaram que a atual gestão da Câmara Municipal de Jutaí justifique o déficit orçamentário e as inadimplências, atualize o Portal da Transparência com informações completas e disponibilize-as em tempo real. Além disso, a gestão deve: implementar controle eficaz de patrimônio e almoxarifado; regularizar o registro de bens; dar publicidade às compras realizadas; corrigir falhas em processos licitatórios; e reduzir as despesas com pessoal conforme a Constituição.

Ao todo, 18 processos foram julgados durante a sessão, incluindo cinco recursos, quatro embargos de declaração, três prestações de contas anuais, três tomadas de contas, uma denúncia, uma consulta e uma prestação de contas de convênio.

A conselheira-presidente Yara Amazônia Lins convocou a próxima sessão para o dia 10 de setembro, a partir das 10h, no plenário da Corte de Contas.

Foto: Filipe Jazz

Confira a agenda dos candidatos à Prefeitura de Manaus nesta segunda, 2/9

Confira a agenda política, dos candidatos à Prefeitura de Manaus, nesta segunda-feira (2/9). As informações foram divulgadas pelas assessorias dos candidatos:

David Almeida (Avante)

Manhã

Gestão: agenda administrativa

Tarde

Gestão: agenda administrativa

Sabatina com empresários no Centro da Indústria do Estado do Amazonas – CIEAM

Noite

Caminhada com apoiadores na zona Oeste

Reunião com lideranças e apoiadores na zona Norte

Amom Mandel (Cidadania)

Manhã:
Entrevista para um portal de notícias.
Caminhada na Zona Norte
⁠Entrevista em um programa de TV local

Tarde:
Reunião com representantes de feiras e mercados

Noite:
Gravação de programa eleitoral

Roberto Cidade (União Brasil)

Manhã
Participa de entrevista na Rádio BandNews Difusora

Tarde
Grava programa eleitoral

Noite
Participa de reunião com comerciantes

Capitão Alberto Neto (PL)

MANHÃ
Entrevista Rádio Rio Mar
Caminhada Zona Norte
Entrevista TV ACRÍTICA

TARDE
Reunião lideranças
Caminhada Zona Centro-Oeste

NOITE
Reunião lideranças Zonas Leste e Norte

Marcelo Ramos (PT)

Manhã:
Entrevista para um portal de notícia

Tarde:
Reunião com presidentes de partidos coligados
Gravação de Programa Eleitoral

Wilker Barreto (Mobiliza)

Manhã

09h00 – Planejamento da semana

10h30 – Gravação de Propaganda

Tarde

16h30 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Noite

19h00 – Reunião com Lideranças Comunitárias

19h30 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Gilberto Vasconcelos (PSTU)

Candidato não divulgou a agenda

A reportagem pode ser atualizada a qualquer momento, caso ocorra alteração no cronogama dos candidatos.

Foto: Reprodução

“População quer oportunidade de trabalho e empreendedorismo”, afirma David Almeida em encontro com apoiadores do Petrópolis

Neste domingo (1⁰/9), o prefeito de Manaus, David Almeida (Avante) seguiu com sua agenda de campanha rumo à reeleição, reunindo-se com apoiadores do bairro Petrópolis, zona Sul. Na ocasião, ele prestigiou, ao lado do candidato a vice, Renato Junior, o lançamento da candidatura a vereador do empresário Cristiano Faraó.

Para David, é necessário que pessoas como Cristiano, estejam dispostas a entrar na política porque possuem ampla visão das reais necessidades da população e, principalmente, por ser engajado na geração de emprego e renda na capital amazonense.

“Cristiano é um jovem empreendedor, gera emprego e renda para os manauaras e é exatamente disso que nosso povo precisa. Hoje ele é um empresário bem sucedido, mas já sentiu na pele as necessidades dos que mais precisam. Ele não começou de cima, ele também veio de família humilde e conhece as dificuldades como todos nós que viemos de baixo. Por isso eu acredito que ele fará um bom trabalho na Câmara Municipal, porque pessoas que vieram do povo sabem do que o povo mais precisa”, destacou David Almeida.

O prefeito, que concorre à reeleição pela coligação “Avante, Manaus” (Avante, PSD, MDB, Agir e DC), lembrou ainda sobre o quanto a população foi ajudada com o lançamento dos programas de empreendedorismo e políticas públicas na sua gestão.

“Ano passado, lançamos o “Empreende Manaus”, um programa voltado para ajudar o público de empreendedores, gente que tem interesse em gerar renda para Manaus, que investe em pessoas, isso é muito importante”, disse o prefeito.

Uma das apoiadoras do prefeito no bairro Petrópolis, dona Maria do Socorro fez questão de justificar a preferência por David Almeida. A moradora do bairro acredita que para Manaus continuar crescendo é preciso que o prefeito seja reeleito para comandar a cidade por mais quatro anos, destacando ainda que David é um gestor “que mais faz do que fala”.

“Precisamos que David continue na prefeitura. Ele faz pela população o que nenhum outro prefeito fez. É o prefeito do povo. É um político, acima de tudo, acessível e que tem Deus em primeiro lugar. Ele faz. Queremos alguém que realmente tenha compromisso com a população”, frisou Maria.

Cristiano Faraó e o empreendedorismo

Cristiano, um jovem empreendedor de apenas 37 anos, começou a vida profissional como motoboy e hoje é dono de uma das maiores redes de pizzarias da região Norte e Nordeste. Ele destaca que o trabalho árduo e a persistência podem transformar a vida das pessoas. Com isso, o empresário ressalta que ajudar as pessoas e valorizar os trabalhadores será sua bandeira na Câmara Municipal de Manaus (CMM).

“Eu vim de baixo, sei o que a população mais carente precisa, sei o que a população de baixa renda necessita, vivi de perto essa realidade. E hoje, após muita luta, após muito trabalho duro e muita persistência, consegui ser um empreendedor bem sucedido. Eu não quero parar por aqui, agora eu quero servir a população que tanto me ajudou, quero poder ajudar meus irmãos, a classe trabalhadora. Sei que na Câmara Municipal poderia fazer muito mais do que já faço como empresário. Quero trabalhar em conjunto com o prefeito de Manaus, levar as demandas da população ao conhecimento do prefeito para que ele possa alcançar cada vez mais quem precisa. Nossa missão é essa”, pontuou o empresário.

Foto: Dhyeizo Lemos/Assessoria de Imprensa

Roberto Cidade cria QG para adesivagem de veículos em Manaus; inauguração teve mais de 600 carros

Eleitores e apoiadores da campanha de Roberto Cidade (União Brasil) à Prefeitura de Manaus ganharam um novo espaço para a adesivagem de veículos. Batizado de “Cidade 44”, o QG fica no bairro Flores, na zona centro-sul, na rua Visconde de Porto Seguro, 1.849, esquina com Avenida das Torres.

O espaço foi inaugurado por Roberto Cidade, na manhã deste domingo (01/09), com a presença do presidente do União Brasil no Amazonas, o governador Wilson Lima, e do candidato a vice, Coronel Menezes (PP). Em quatro horas, mais de 600 veículos foram adesivados em apoio ao candidato da coligação “Manaus Merece Mais”.

“Essa alegria que nos sintoniza é a energia da mudança que Manaus vai escolher em outubro. Estamos todos os dias nas ruas, conversando com a população, levando nossas propostas, mas principalmente ouvindo aquilo que o povo quer que seja feito. O povo está esquecido pela prefeitura, pintura não enche a barriga de ninguém, nem ajuda nossa cidade a desenvolver sua economia. Teremos uma gestão que vai colocar os interesses da população de volta ao centro das prioridades”, afirmou Roberto Cidade.

O governador Wilson Lima agradeceu o empenho dos apoiadores e afirmou que a gestão de Roberto Cidade voltará a investir em Manaus, pensando em uma cidade melhor para as futuras gerações. “Aqui nascerão os nossos filhos e nascerão nossos netos. Estamos preparando um futuro melhor para as próximas gerações, e o futuro só será melhor se a gente começar a mudar agora com o Roberto Cidade”, enfatizou.

O espaço “Cidade 44” vai funcionar de segunda à sábado. Durante a semana, as adesivagens estarão disponíveis de 8h às 17h. Já aos sábados, de 8h às 14h.

Presidente da Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam), Roberto Cidade é o candidato que construiu o maior arco de alianças desta eleição em Manaus. Além do União Brasil, fazem parte o Progressistas (PP), do candidato a vice, Coronel Menezes; o Republicanos, o Podemos, o Partido da Mulher Brasileira (PMB), o Partido da Renovação Democrática (PRD) e o Partido Socialista Brasileiro (PSB).

Foto: Divulgação

Com grande apoio popular, David Almeida comanda bandeiraço nas ruas de Manaus

O prefeito de Manaus, candidato à reeleição, David Almeida (Avante), foi abraçado de forma calorosa pela população que esteve nas ruas na manhã deste domingo (1°/9).

Ao lado do candidato a vice-prefeito, Renato Junior, David esteve nas zonas Norte e Centro-Oeste, acompanhando a mobilização em pelo menos quatro pontos diferentes de bandeiraço e adesivaço, sentindo de perto a adesão à chapa majoritária da coligação “Avante, Manaus!”.

“A onda laranja só cresce. Manaus é 70! Porque ‘70’ é a certeza de que nossa capital vai continuar a transformação na saúde, na educação, na cultura, na melhoria da qualidade de vida dos manauaras”, disse o candidato à reeleição.

Centenas de apoiadores tomaram o cruzamento das avenidas Dom Pedro e Pedro Teixeira, no bairro Dom Pedro, zona Centro-Oeste. Os mobilizadores balançaram bandeiras, cantaram e fizeram adesivagem de veículos, reforçando a “Onda Laranja” que já conquistou toda Manaus.

Zona Norte

Depois de participar da ação no bairro Dom Pedro, David Almeida foi até a zona Norte de Manaus conferir de perto a animação do bandeiraço no bairro Manôa, na avenida Max Teixeira e na rotatória do Nova Cidade.

Em cada uma destas localidades, David foi recebido com muita alegria, cumprimentou os apoiadores e tirou fotos.

“Em todos os cantos de Manaus, somos recebidos assim: com festa! Isso nos faz ter a certeza que Manaus quer continuar no caminho certo”, finalizou David Almeida.

Foto: Dhyeizo Lemos/Assessoria