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Confira a agenda dos candidatos à Prefeitura de Manaus nesta quinta, 5/9

Confira a agenda política, dos candidatos à Prefeitura de Manaus, nesta quinta-feira (5/9). As informações foram divulgadas pelas assessorias dos candidatos:

David Almeida (Avante)

Manhã e Tarde

Gestão: agenda administrativa

Noite

Gestão: agenda administrativa – Manaus Passo a Paço 2024

Amom Mandel (Cidadania)

Manhã:
⁠Caminhada na Zona Leste

Tarde:
Entrevista na TV Band
Gravação de programa eleitoral

Roberto Cidade (União Brasil)

Manhã:
Reunião com motoristas de aplicativo
Reunião comunitária na zona Norte

Tarde:
Grava programa eleitoral

Capitão Alberto Neto (PL)

MANHÃ
Sabatina Grupo dos Seis
Gravação – Vistoria Manaus Moderna / Segurança Pública

TARDE
Entrevista Band Amazonas

NOITE
Reunião Lideranças

Marcelo Ramos (PT)

Manhã:
9h – Gravação de programa eleitoral
12h – Encontro com o ministro Alexandre Padilha em Manaus

Tarde:
Reunião com lideranças partidárias

Wilker Barreto (Mobiliza)

Manhã:
08h30 – Entrevista em programa de rádio (Rádio Difusora)
09h30 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Noite:
19h30 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Gilberto Vasconcelos (PSTU)

Tarde:
15h – Ato do Grito dos Excluídos
18h – reunião com a militância do PSTU

A reportagem pode ser atualizada a qualquer momento, caso ocorra alteração no cronogama dos candidatos.

Foto: Reprodução

Eleições: garantir vagas em creches está nos planos do seu candidato?

As novas gestões municipais terão a tarefa de garantir que todas as crianças frequentem as escolas. Quando o assunto é a universalização do ensino, o Brasil não apenas não avançou como recuou nos últimos anos, especialmente na educação infantil – etapa cuja administração cabe aos municípios. E não é apenas na pré-escola que o país precisa avançar, mas na oferta de vagas nas creches, que têm filas de espera em diversas cidades do país.

A educação é um direito da população e, para especialistas, o tema deve ser observado com atenção por aqueles que vão escolher representantes pelos próximos quatro anos nas eleições municipais de outubro deste ano.

Demandas não faltam. “Famílias ficam com as crianças em uma fila de espera e não conseguem ter o seu direito garantido. A gente tem esse cenário, muitas vezes também os municípios não conseguindo priorizar o acesso à creche para as crianças que estão em situações de vulnerabilidade, por muitas vezes ainda não ter organizado critérios de priorização no caso de não ser possível atender a toda demanda. A gente tem ainda o cenário de famílias que desconhecem o direito do acesso à creche ou que também não vão atrás de uma vaga por saber da dificuldade no seu contexto de conseguir uma vaga para criança próximo à residência ou próximo ao local de trabalho”, ressalta a gerente de Políticas Públicas da Fundação Maria Cecilia Souto Vidigal (FMCSV), Karina Fasson. A fundação é uma organização da sociedade civil voltada para a primeira infância.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2019 e 2022, o Brasil não avançou na meta de universalizar a educação infantil. A frequência escolar das crianças com 4 e 5 anos de idade – início da obrigatoriedade da educação básica – recuou 1,2 ponto percentual no período, passando de 92,7% para 91,5%.

No Brasil, todas as crianças e adolescentes de 4 a 17 anos devem estar matriculados na escola, conforme a Emenda Constitucional 59/09. Os municípios devem atuar prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil, que abrange creches (para bebês e crianças até 3 anos) e pré-escolas (4 e 5 anos). 

A creche não é uma etapa obrigatória, e as famílias podem optar por matricular as crianças, mas é dever do poder público oferecer as vagas que são demandadas. Isso ficou ainda mais claro em 2022, após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de ampliar a obrigatoriedade da oferta de ensino também para creches. Até então, os municípios podiam negar a matrícula alegando falta de vagas. As eleições de 2024 serão as primeiras desde que a decisão entrou em vigor.

Ainda segundo o IBGE, em todo o país, cerca de 2,3 milhões de crianças de 0 a 3 anos não estão em creches por alguma dificuldade em acessar o serviço: seja por falta de escola, inexistência de vaga ou porque a instituição de ensino não aceitou o aluno em função da idade.

“A gente tem um desafio da garantia da educação infantil com qualidade. Não basta oferecer uma vaga. Essa educação tem que ser uma educação de qualidade, que esteja alinhada com os documentos nacionais vigentes”, diz Fasson, que acrescenta:

“A importância de uma proposta pedagógica centrada na criança, nos seus interesses, na maneira como ela se desenvolve, que considere o lúdico, que considere a exploração dos diferentes ambientes, das diferentes linguagens.”

Educação no centro do debate

Segundo a professora do Departamento de Ciência Sociais da Universidade Federal Fluminense em Campos (ESR/UFF), Mariele Troiano, que atua na área de Ciência Política, embora haja um certo consenso sobre a importância da educação, o tema não ocupa espaço central nas campanhas eleitorais.

“Os municípios são responsáveis pela maior porcentagem da educação básica em nosso país e conforme o Artigo 211 da Constituição Federal, espera-se dos municípios protagonismo no ensino fundamental e na educação infantil. Então, o tema deveria estar entre prioridades absolutas dos candidatos. Na minha concepção, ainda podemos avançar mais”, diz Mariele.

Para ela, o debate em torno da educação precisa ser melhor qualificado. “Na minha percepção, afirmar em campanhas eleitorais que precisamos ‘de mais escolas, mais creches’ não sustenta mais os discursos. É preciso apresentar propostas que considerem a educação em sua completude: desde o transporte escolar, a merenda, o material escolar, a capacitação do corpo docente, o salário e carreiras dos funcionários. O ensino que seja de qualidade, mas também inclusivo. Poucos candidatos estão falando de educação inclusiva, por exemplo”.

Diante da decisão do STF, a professora esperava que as creches ocupassem um espaço mais central durante a campanha, o que não tem acontecido. “O Supremo ratifica a responsabilidade do município com a educação desde a creche, passando pela pré-escola e pelo ensino fundamental. Embora a aposta como tema quente, muitos candidatos ainda não o consideram relevante. Acho que isso reforça ainda mais a importância da decisão de 2022, como revela ser um ponto crucial para a escolha eleitoral”.

Cabe, então, ao eleitorado cobrar isso dos candidatos. “O eleitorado é atravessado diretamente pelo tema, no seu dia a dia. Não só é a criança que precisa da escola, da creche enquanto os pais trabalham, mas porque a escola significa também saúde, alimentação, transporte, segurança. Além disso, a educação em nosso país é sinônimo de transformação social, possibilidade de melhores condições de vida. Estar atento ao tema nas eleições já sinaliza a consciência do exercício do direito e dever estruturado e fomentado pelo viés educacional”, defende.

Direitos das crianças

Oferecer uma educação infantil de qualidade e acreditar nas crianças como possibilidade de mudança do mundo foi o que motivou Simone Serafim do Nascimento a seguir a carreira do magistério. Ela é professora articuladora (coordenadora pedagógica) no Espaço de Desenvolvimento Infantil Claudio Cavalcanti, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. A creche pública atende de forma integral 140 crianças de 2 e 3 anos de idade.

“A gente acredita muito nessa potência da educação infantil, como uma etapa da educação básica que valoriza as crianças e que dá esse protagonismo para elas, enquanto cidadãos que já são”, diz.

“O professor atua como um mediador, aproveita as brincadeiras das crianças, tem uma escuta e uma observação muito atenta para, a partir dessas brincadeiras das crianças, criar situações de aprendizagem”, explica.

Na escola, tudo vira aprendizado. Ela conta que um dos projetos desenvolvidos veio de uma lanterna que uma das crianças trouxe de casa. A partir das brincadeiras, foi incentivada uma investigação com luz e sombra e, consequentemente, com fotografia. Os estudantes entraram em contato com fotografias de diferentes culturas. As crianças puderam depois tirar as próprias fotos, que viraram exposição na escola.

“As crianças recém-chegadas ao mundo, são pesquisadoras natas. E nós, professores de educação infantil, nos aguçamos para pesquisar a pesquisa das crianças”, diz a professora.

Segundo Simone, a experiência que desenvolvem na creche deveria ser oferecida para toda a população que precisa desse serviço. “O que eu vejo hoje nesse mundo moderno, até como mulher, como profissional, é que todos precisam da creche, porque é esse espaço das crianças, para que as crianças fiquem em segurança, fiquem se desenvolvendo, para que a família tenha suas escolhas de vida, profissional ou não. Mas a creche é realmente um direito da criança”.

Para Simone, nas eleições de 2024, o tema da educação será um diferencial. “Escolher candidatos que pensam a educação como uma forma de transformar e de mudar a sociedade, de reduzir a desigualdade, valorizar a educação pensando numa perspectiva de mudança e de mobilidade social, de redução de desigualdades sociais, é algo importante”, diz.

“Também que [os candidatos] tenham nas suas pautas a valorização do professor e a valorização da educação de forma integral. Valorização dos profissionais, qualificar as formações, valorizar as formações, valorizar a instituição enquanto prédio, favorecer melhores condições de acesso e de continuidade nas escolas”.

Fonte: Agência Brasil

Consulta a locais de votação já está disponível, saiba como acessar

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) disponibilizou aos eleitores a consulta dos locais de votação daqueles que solicitaram a transferência temporária de seção eleitoral. As informações foram liberadas na última terça-feira (3/9).

Na página do TSE, basta clicar no menu “Serviços Eleitorais”, na barra superior da página, e depois acessar o Título e o local de votação. Depois, é só pesquisar pelo nome, título de eleitor ou CPF. A página traz o número da inscrição eleitoral, a zona eleitoral e o local de votação, com endereço completo.

Já no aplicativo e-Título, que é uma versão digital do título de eleitor, o local de votação aparece logo no início, abaixo do nome do eleitor. Além disso, o aplicativo também tem uma ferramenta de geolocalização. Ele pode ser baixado de graça nas lojas de aplicativos. Cerca de 46 milhões de eleitores já possuem o e-Título em todo o país.

Nas Eleições Municipais de 2024, que vai definir prefeitos e vereadores em mais de 5,5 mil cidades, o local de votação pôde ser alterado temporariamente em alguns casos permitidos pelo TSE. Por exemplo, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, militares que vão trabalhar no dia da votação, presos provisórios e adolescentes em unidades de internação, além de servidores da Justiça Eleitoral que precisam votar no local em que vão trabalhar. Os prazos para os pedidos de transferência temporária terminaram em agosto.

Fonte: Agência Brasil

Brasil fala em “preocupação” com ordem de prisão de opositor de Maduro

O governo brasileiro manifestou “profunda preocupação” com a decisão da Procuradoria-Geral da Venezuela de pedir a prisão de Edmundo González, um dos líderes da oposição ao governo de Nicolás Maduro. A nota conjunta com o governo da Colômbia foi divulgada na noite dessa terça-feira (3/9).

Segundo a nota, o pedido de prisão de González afeta os compromissos assumidos nos Acordos de Barbados, quando governo e oposição, mediados pela Noruega, firmaram compromissos envolvendo um processo eleitoral democrático no país sul-americano.

“Os governos de Brasil e Colômbia manifestam profunda preocupação com a ordem de apreensão emitida pela Justiça venezuelana contra o candidato presidencial Edmundo González Urrutia, no dia de ontem, 2 de setembro. Esta medida judicial afeta gravemente os compromissos assumidos pelo Governo venezuelano no âmbito dos Acordos de Barbados, em que governo e oposição reafirmaram seu compromisso com o fortalecimento da democracia e a promoção de uma cultura de tolerância e convivência. Dificulta, ademais, a busca por solução pacífica, com base no diálogo entre as principais forças políticas venezuelanas”, afirmaram os governos do Brasil e da Colômbia.

O pedido de prisão contra Edmundo González foi emitido após ele não comparecer pela terceira vez à sede do Ministério Público para explicar a publicação de supostas atas eleitorais que dariam vitória a ele nas eleições ocorridas em 28 de julho. A oposição diz ter publicado mais de 80% das atas na internet que comprovariam a vitória de González. O governo, no entanto, acusa a oposição de falsificar mais de 9 mil atas publicadas na rede.

O Conselho Nacional Eleitoral (CNE), órgão responsável pela divulgação do resultado das eleições, afirmou que Maduro venceu o pleito, mas não divulgou as atas eleitorais das mais de 30 mil mesas de votação. Os documentos, no entanto, foram entregues à Justiça no início de agosto.

Fonte: Agência Brasil

Roberto Cidade passa Amom e empata com David em 1º lugar na disputa pela Prefeitura de Manaus

Roberto Cidade, candidato do União Brasil à Prefeitura de Manaus, cresceu na preferência do eleitorado da capital do Amazonas, passando de 17,4% para 20% das intenções de voto. É o que revela a pesquisa da empresa 100% Cidades, em parceria com a Futura Inteligência, divulgada nesta quarta-feira (4/9) pela revista Exame.

Considerando a margem de erro, Roberto Cidade está tecnicamente empatado com atual prefeito David Almeida (Avante), que marca 25,3%. Os dados também mostram que Cidade ultrapassou o candidato Amom Mandel (Cidadania): ele caiu de 18,7% para 17,9% na comparação com o último levantamento, divulgado em 7 de agosto.

A pesquisa também avaliou o cenário de um eventual segundo turno, envolvendo todos os candidatos a prefeito de Manaus. Roberto Cidade é o único a vencer David Almeida, com 41,6% contra 40,8%.

O candidato do União Brasil é, ainda, o menos rejeitado pelos eleitores. Nesse quesito, a liderança é de Marcelo Ramos (PT): 34,5% dos manauaras se negam a votar nele. O petista é seguindo no ranking da rejeição por Capitão Alberto Neto, do PL (27,2%), David Almeida (26,3%) e Amom Mandel (24,2%).

O levantamento da 100% Cidades/Futura Inteligência foi realizado entre os dias 21 e 27 de agosto, antes do início da propaganda eleitoral gratuita na TV e no rádio. A margem de erro é de 3,1 pontos percentuais. A pesquisa entrevistou mil pessoas e foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) – AM-03408/2024.

Foto e Texto: Assessoria de Imprensa

Renato Junior afirma que Gigantes da Floresta é ‘marco da gestão Almeida’ nas zonas Norte e Leste

Renato Junior, candidato a vice do prefeito David Almeida na chapa “Avante, Manaus” para reeleição, cumpriu agendas no bairro da Cidade Nova, zona Norte, na noite de terça-feira, (3/9). Na ocasião, o ex-secretário da gestão de Almeida elencou os principais feitos na zona Norte.

“Antes, as pessoas que moram nas zonas Norte e Leste tinham que se deslocar até a Ponta Negra para se divertir, para ver algo diferente. Hoje, a realidade é outra, porque a diversão, o entretenimento, a cultura e o acesso ao conhecimento estão do lado da casa de vocês. Bem na divisa entre essas duas zonas, está o parque Gigantes da Floresta, um marco da gestão do prefeito David Almeida”, afirmou Renato.

“Isso só é possível, porque o prefeito David veio do povo, da periferia, e sempre sonhou, desde que era menino, em tornar fácil o acesso à cultura para as crianças. Sempre sonhou em tornar iguais as possibilidades de conhecimento e de lazer para todo mundo. Nessa gestão, a gente trabalha para proporcionar à criança o que é seu de direito: o estudo de qualidade e o brincar”, complementou.

O ex-secretário de Obras e de Feiras e Mercados ressaltou ainda as melhorias que chegaram aos bairros da zona Norte. “Com o programa ‘Asfalta Manaus’, foram 921 ruas recapeadas; mais de 50 mil pontos de LED foram instalados”, disse.

“Construímos três creches novas, três escolas novas e ainda reformamos outras 87 escolas. Com isso, conseguimos ascender no índice de qualidade do Ministério da Educação. O ensino municipal de Manaus se tornou destaque e exemplo para outras capitais do país. E, lá fora, estão nos reconhecendo por isso. Agora, a nossa metrópole da Amazônia é comentada de forma muito positiva por pessoas de outros estados, graças à gestão exitosa que fez o David”, acrescentou Renato.

Em sua gestão, David Almeida também construiu três Unidades Básicas de Saúde (UBSs) de grande porte na zona Norte. Elas estão nos bairros Monte Sião e nos conjuntos Viver Melhor e Águas Claras, além da reforma de outras 27.

Na zona Norte, a gestão de David construiu um Prato do Povo que serve mil refeições diárias e gratuitas e reformou dois Centros de Referência de Assistência Social. Também reinaugurou o Complexo Esportivo Amadeu Teixeira, no Santa Etelvina, após reforma na quadra, campo e piscina. Ainda repaginou outros três campos.

“O avanço tem que continuar. Precisamos de mais quatro anos. Eu estou aqui dizendo que vou ajudar o prefeito David a continuar cuidando das pessoas, porque nosso amor por esta terra de oportunidades é imensurável”, finalizou Renato.

Foto: Carlos Oliveira/Assessoria

David Almeida destaca transparência da gestão, com 95% dos contratos licitados

95% dos contratos na administração do prefeito de Manaus, David Almeida, são licitados, os demais 5% se enquadram nos casos permitidos pela legislação. Esse nível de transparência permite uma maior fiscalização pela população e dos próprios órgãos de controle externo, como o Ministério Público e o Tribunal de Contas (MPE e TCE-AM).

Mas até esta gestão, o indicador era totalmente o inverso, como revelou David Almeida, candidato à reeleição pela Coligação “Avante, Manaus” (Avante, PSD, MDB, DC e Agir) em entrevista nesta quarta-feira (4/9) à rádio Rio Mar.

”Quando eu entrei na Prefeitura, 60% dos contratos não tinham licitação… Hoje, 95% são licitados. E isso dá mais oportunidade de eu ser fiscalizado e auditado…dando transparência à nossa gestão. E a Atricon (Associação dos Tribunais de Contas do Brasil) diz que eu sou a 5ª cidade mais transparente. E nós queremos ser primeiro do ranking”.

Farmácia Estoque

Nessa mesma linha, David Almeida citou o investimento em transparência feito para orientar o usuário da rede municipal de saúde. Com o sistema Farmácia Estoque (farmacia estoque.manaus.am.gov.br), a população pode ter acesso aos remédios disponibilizados pela rede de atenção básica (UBSs e policlínicas) e onde encontrar.

“Outro dia uma pessoa me disse que não tinha dipirona nas UBSs. Eu acessei o celular e mostrei a ela que não era verdade. Pelo Farmácia Estoque, você sabe onde buscar o seu medicamento, de nossa responsabilidade. Não falta remédio na rede municipal”, exemplificou o prefeito.

Foto: Dhyeizo Lemos/Assessoria

Confira a agenda dos candidatos à Prefeitura de Manaus nesta quarta, 4/9

Confira a agenda política, dos candidatos à Prefeitura de Manaus, nesta quarta-feira (4/9). As informações foram divulgadas pelas assessorias dos candidatos:

David Almeida (Avante)

Manhã

Entrevista na Rádio Rio Mar

Gestão: agenda administrativa

Tarde

Gestão: agenda administrativa

Noite

Grande Reunião da zona Centro-Oeste

Amom Mandel (Cidadania)

Manhã:
– ⁠Caminhada no bairro União da Vitória.
– Entrevista para a TV A Crítica

Noite:
– Encontro com lideranças evangélicas.

Roberto Cidade (União Brasil)

Manhã
Sessão Ordinária na ALEAM

Tarde
Faz caminhada em bairro da zona Norte

Noite
Reunião comunitária na zona Centro-Sul
Reunião comunitária na zona Oeste

Capitão Alberto Neto (PL)

NOITE
18h30 – Encontro com mulheres e Michelle Bolsonaro – Teatro Manauara

Marcelo Ramos (PT)

Gravação de programa eleitoral. 10h
Reunião sobre o plano de governo. 14h
Caminhada no Viver Melhor. 16h
Encontro de campanha com Zé Ricardo.

Wilker Barreto (Mobiliza)

Manhã
09h00 – Entrevista em podcast (Portal Amazonas Atual)

Tarde
14h30 – Gravação de Propaganda Eleitoral

Noite
20h00 – Reunião com Lideranças Comunitárias

Gilberto Vasconcelos (PSTU)

Não divulgou sua agenda

A reportagem pode ser atualizada a qualquer momento, caso ocorra alteração no cronogama dos candidatos.

Foto: Reprodução

Parlamentares repercutem portaria do Dnit e cobram reconstrução de pontes na BR-319

A publicação da portaria do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), nesta terça-feira (3/9), que proíbe a circulação de veículos pesados na BR-319 apenas durante o período diurno, foi o motivador dos pronunciamentos parlamentares na Sessão Plenária. A restrição vai das 8h às 18h e entra em vigor imediatamente, como medida emergencial devido ao agravamento da estiagem no Amazonas.

O deputado Comandante Dan (Podemos) foi o primeiro a comentar a medida. Ele disse que o Dnit se sensibilizou com o clamor da Casa Legislativa. “Com os documentos que tramitamos e as visitas que fizemos conseguimos flexibilizar a portaria, que impedia que determinados veículos transitassem na BR-319, permitindo a circulação noturna de veículos pesados na rodovia. No próximo dia 28 estaremos fazendo uma caravana, em um ato na ponte do rio Curuçá, para que o Brasil entenda que é preciso resolver de uma vez por todas a questão das pontes que ruíram e avançar no sentido da liberação definitiva da BR-319”, afirmou.

O deputado João Luiz (Republicanos) recordou que já percorreu o caminho da BR com especialistas para avaliar os impactos da recuperação.

“Levamos especialistas para trafegar por toda a BR-319, elaboramos documentos e protocolamos no Ministério do Meio Ambiente e no Dnit. A resposta que tivemos foi das empresas que há anos fazem recuperação na rodovia, que é uma indústria de cascalho e tapa-buraco”, apontou.

Em seu discurso, o deputado Wilker Barreto (Mobiliza) cobrou a vinda de representantes do Dnit à Aleam para esclarecer a reconstrução das pontes que ruíram há quase dois anos.

“O Dnit tem de vir a esta Casa, novamente, para esclarecer a situação das pontes que desabaram há dois anos. Tem de ter a coragem de passar por este constrangimento porque o desabamento desta ponte está, literalmente, fazendo aniversário novamente”, apontou.

Aniversário da Afeam

O deputado Adjuto Afonso (UB) parabenizou a Agência de Fomento do Estado do Amazonas (Afeam) pela passagem dos seus 25 anos comemorados na última segunda-feira (2/9).

“Ontem, a Afeam completou 25 anos. A Agência tem prestado, sem dúvida nenhuma, um serviço de muita relevância, sobretudo no interior do Estado, com financiamentos para os produtores locais”, celebrou.

Foto: Divulgação

Mudanças nas regras de inelegibilidade serão votadas depois das eleições

Após pedido do relator, senador Weverton (PDT-MA), o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, decidiu adiar a votação do projeto de lei da Câmara dos Deputados que flexibiliza as regras de inelegibilidade. O PLP 192/2023 foi debatido em Plenário nesta terça-feira (3/9) e foi alvo de duras críticas de vários senadores, que enxergam a proposta como um enfraquecimento da Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar 135, de 2010). A matéria retornará para votação no Plenário após as eleições municipais deste ano.

O PLP 192/2023 é de autoria da deputada federal Dani Cunha (União-RJ) e outros deputados, foi aprovada na Câmara em setembro do ano passado e teve parecer favorável da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado no mês passado.

O projeto altera a contagem de início e o prazo de duração, além de outras regras relacionadas à inelegibilidade. O texto unifica em oito anos o prazo em que os candidatos ficam impedidos de disputar eleições por condenação judicial, cassação ou renúncia de mandato. Pela regra atualmente em vigor, há situações em que o impedimento para disputar eleições pode ultrapassar oito anos. 

A proposta determina que o período de inelegibilidade passe a ser único: oito anos contados a partir de um dos seguintes eventos:

  • data da decisão que decretar a perda do mandato;
  • data da eleição na qual ocorreu prática abusiva;
  • data da condenação por órgão colegiado; ou
  • data da renúncia ao cargo eletivo.

Para Weverton, o projeto aperfeiçoa a legislação eleitoral e confere mais objetividade e segurança jurídica ao fixar o início e o final da contagem de inelegibilidades.

“As regras previstas no PLP pretendem aperfeiçoar a legislação, especialmente no tocante ao prazo de duração de inelegibilidade, aqui igualado e limitado em todas as hipóteses, para coibir distorções que hoje ocorrem, em que políticos e detentores de mandato podem ser condenados a sanções de inelegibilidade, e incidem de forma desigual, configurando-se, assim, afronta ao princípio constitucional da isonomia.”

O senador Oriovisto Guimarães (Podemos-PR) ponderou que a Lei da Ficha Limpa é fruto de anseio da população, pois foi fruto de iniciativa popular apresentada ao Congresso com mais de um milhão de assinaturas de cidadãos.

“Com a Lei da Ficha Limpa, este Congresso atendeu a um clamor popular. Ela veio para moralizar a política brasileira. Nós vamos estar passando um atestado de que estamos votando a favor daqueles que cometem delitos, de que estamos amaciando a Lei da Ficha Limpa.”

Também cítico ao projeto, o senador Alessandro Vieira (MDB-SE) alertou que a aprovação do texto poderá beneficiar muitos políticos que já foram condenados. Ele disse que a proposta afasta a sociedade do Congresso, pois vai contra a vontade da população.

“É importante dizer isso: não é iniciativa do senador Weverton. Veio da Câmara dos Deputados. É iniciativa originária da filha do ex-deputado Eduardo Cunha, a deputada Dani Cunha. Teve seu pedido de urgência apresentado pelo deputado do PT, Zeca Dirceu, filho de Zé Dirceu, e a tramitação com toda aquela pompa e glória, muito rápida, sempre relâmpago, quase por unanimidade.”

O PLP é “flagrantemente inconstitucional” na avaliação do senador Humberto Costa (PT-PE) e tem o objetivo de beneficiar pessoas específicas.

“Já se sabe qual era o objetivo lá atrás de quem apresentou essa proposta: criar as condições para que pessoas condenadas por crimes julgados pela Justiça, em última instância, possam readquirir o direito da elegibilidade.”

O senador Sergio Moro (União-PR), por sua vez, ponderou que “a Lei da Ficha Limpa tem pontuais injustiças, e esse projeto corrige várias dessas injustiças”. Ele elogiou a Lei da Ficha Limpa, mas disse que ela tem brechas para ser usada de maneira injusta. Para Moro, o PLP é negativo na parte que pode beneficiar pessoas que foram condenadas por crimes contra a administração pública. 

“Eu me refiro, aqui, especificamente, àqueles casos de inelegibilidade não decorrentes de uma condenação criminal, mas, sim, decorrentes de outra espécie de julgamento. Nós temos visto, infelizmente, várias injustiças sendo cometidas. Para ficar em um exemplo, foi cassado o mandato do deputado federal mais votado do Paraná, Deltan Dallagnol, sob um argumento que não convence.” 

Dizendo-se contrário à flexibilização “da lei mais avançada no ordenamento jurídico constitucional brasileiro”, o senador Randolfe Rodrigues (PT-AP) também se posicionou. 

“A Lei da Ficha Limpa adveio, primeiro, da vontade popular: é uma das raras leis de iniciativa popular que foram discutidas no Congresso Nacional, aprovadas nas duas Casas, que dialogou com o clamor da sociedade.”

Na mesma linha, o senador Fabiano Contarato (PT-ES) se disse contrário à flexibilização da inelegibilidade.

“Quando um político desvia verba da saúde, ele está matando milhões de pessoas; quando um político desvia verba da educação, ele mata o sonho de milhões de jovens. Qual percentual da população carcerária está lá condenada por crimes contra a ordem tributária, contra o sistema financeiro, crimes de sonegação fiscal, corrupção ativa, corrupção passiva, peculato? As cadeias estão lotadas de pobres, pretos, pardos, porque o Estado criminaliza a pobreza e a cor da pele. E agora nós vamos flexibilizar a Lei da Ficha Limpa, que foi um avanço da população brasileira?”

O senador Marcos Rogério (PL-RO) disse que é defensor da Lei da Ficha Limpa, mas acredita que ela pode ser aperfeiçoada pois tem “pontos que são exagerados”.

“A lei foi feita dentro de uma visão e o que se vê hoje é a eternização do impedimento para que alguém participe do pleito eleitoral, às vezes, pessoas que foram condenadas de forma injusta. Mas eu acho que esse não é o momento para a gente discutir esse tema. Nós estamos no meio de uma eleição municipal”.

Para o senador Dr. Hiran (PP-RR), o objetivo da proposta é impedir que pessoas fiquem inelegíveis muito além dos oito anos.

“Aqui não se trata de eleger a impunidade de ninguém. Nós estamos aqui para reconhecer que alguém que ficou inelegível por oito anos fique inelegível por oito anos; não por 12, não por 14, não por 18. (…) ao final dos oito anos, vocês sabem quem vai julgar esses políticos eventualmente condenados? Será o povo. É o povo que nos traz para cá e que nos tira daqui”.

Entre os que debateram o projeto também estão os senadores Carlos Portinho (PL-RJ), Rodrigo Cunha (Podemos-AL), Otto Alencar (PSD-BA), Jorge Seif (PL-SC), Jaime Bagattoli (PL-RO), Esperidião Amin (PP-SC), Magno Malta (PL-ES), Izalci Lucas (PL-DF), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP).

Fonte: Agência Senado