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Autonomia para o Poder Legislativo por meio de uma PEC seria a solução para a criação de novos municípios no Amazonas, diz Adjuto Afonso

A criação de novos municípios no Amazonas foi tema de discussão, na quinta-feira (14/03), durante Cessão de Tempo, na Assembleia Legislativa do Amazonas (Aleam). O deputado Adjuto Afonso (União Brasil), que defende a pauta desde o seu primeiro mandato, reiterou que a solução seria a aprovação de uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC), que devolveria às Casas Legislativas autonomia para legislar sobre o tema, a partir de uma análise econômica, jurídica, política e social das regiões, montando um estudo técnico.

O deputado Adjuto Afonso defende, há anos, a emancipação de áreas que comprovadamente tenham um estudo de viabilidade favorável. Em 2015, sugeriu a criação de uma Federação para ganhar força em nível nacional, se unindo a outros estados que lutam pela mesma causa. Em abril de 2016, a ideia tornou-se realidade a partir de uma iniciativa do próprio deputado, e foi criada a Federação das Associações de Desenvolvimento Distrital Emancipalista do Amazonas (Faddeam). Porém, é necessário também, segundo Adjuto Afonso, que as Casas Legislativas estaduais tenham autonomia para decidir.

“Há anos tramitam Projetos de Lei,no Congresso, tratando sobre a emancipação de municípios, porém, existem fatores que impedem os processos de serem finalizados, como por exemplo, força política. A solução seria que conseguíssemos aprovar uma PEC, documento que não se altera, para devolver as nossas prerrogativas, que nos foi tirada em 1996. Com essa devolução, teríamos a autonomia para legislar sobre isso, que obrigatoriamente estipularia as condições para os distritos que tivessem interesse”, explicou o deputado, que também é autor de uma solicitação na Aleam da criação de uma Comissão Especial de Desenvolvimento de Estudos de Viabilização para Criação Municípios no Amazonas, requisito fundamental para iniciar o processo conforme diz a lei.

“Defendo, ainda, que se estabeleçam critérios, como número mínimo de habitantes, existência mínima de aparelhos sociais, como escolas e hospitais. Mas o debate é necessário e urgente”, declarou o deputado Adjuto Afonso.

O parlamentar reforça a pauta em nível nacional, desde que foi presidente da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale), em 2017, entidade que agrega 1.059 deputados no país. Ele também esteve presente nos eventos nacionais que discutiam o tema, como forma de reforçar o debate junto a outros estados que visam também a criação de novos municípios.

O caminho

Para Adjuto Afonso, o melhor caminho para restituir às Assembleias o poder para legislar sobre a criação de novos municípios é por meio de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), desta forma, não haveria possibilidade de veto pelo chefe do executivo federal, como aconteceu na tentativas de aprovação em governos anteriores.

A PEC pode ser apresentada pelo presidente da República, por um terço dos deputados federais ou senadores, ou por mais da metade das Assembleias legislativas, desde que cada uma delas se manifeste pela maioria relativa de seus componentes.

No Amazonas, 45 distritos, segundo seus representantes, afirmam estarem aptos a se tornarem municípios, o que aumentaria de 62 para 107 o número de cidades no estado. Dentre os benefícios estaria a criação de uma infraestrutura adequada com hospital, escola, etc., para atender a população dessas localidades. A Cessão de Tempo foi uma iniciativa do deputado Sinésio Campos (PT).

Foto: Ney Xavier

Sinésio Campos retoma debates sobre criação de novos municípios no Amazonas

O deputado Sinésio Campos (PT) realizou Cessão de Tempo, na Assembleia legislativa do Amazonas (Aleam), na quinta-feira (14/03), para pedir apoio ao Parlamento estadual para criação, fusão e desmembramento de municípios. O parlamentar convidou representantes da Federação das Associações de Desenvolvimento Distrital Emancipalista do Amazonas (Faddeam), oriundos de várias localidades que buscam autonomia.

Sinésio Campos propôs, em 2023, a criação da Frente Parlamentar em Defesa da Criação de Novos Municípios, projeto que aprovado na Aleam. Presidindo a Frente Parlamentar, o deputado afirma que defenderá o tema em fóruns de debate amplos, como as reuniões do Parlamento Amazônico e a Conferência da União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais (Unale).

“Após a Constituição de 1988, diversas prerrogativas que os parlamentos estaduais tinham foram transferidas ao Congresso Nacional. A competência para a criação, fusão e desmembramento de municípios foi uma delas. O Amazonas acabou sendo prejudicado, porque temos o maior estado em área, uma grande população, mas um número pequeno de municípios”, afirmou o parlamentar.

O presidente da Faddeam, Reinaldo Serrão, representou os distritos, e discursou sobre a importância da aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC), que tramita no Congresso Nacional e, se aprovada, vai devolver às Assembleias Legislativas a capacidade de regulamentar novos municípios.

“Hoje são 14 localidades com o estudo de viabilidade concluídos. Temos localidades como Vila Amazônia, em Parintins, Itapeaçu, em Urucurituba e Novo Remanso, em Itacoatiara que cumprem todos os requisitos para se tornarem autônomos, mas aguardam a aprovação da PEC para que esses pedidos possam tramitar na Aleam”.

No dia 16 de abril acontece evento, em Brasília, para discutir a questão. O Encontro Nacional pela Emancipação reunirá entidades de todo o país que apóiam a criação de novos municípios para defender a aprovação da PEC, que devolverá a competência da matéria às Assembleias.

Foto: Divulgação Assessoria

CMM realiza Audiência Pública para avaliar relatório de gestão da saúde municipal

Em Audiência Pública na Câmara Municipal de Manaus (CMM), na quinta-feira (14/03), a Secretaria Municipal da Saúde (Semsa) apresentou um relatório de gestão referente ao terceiro quadrimestre de 2023. A audiência foi conduzida pela Comissão de Saúde da Casa Legislativa, presidida pelo vereador Elan Alencar (DC).

A audiência foi conduzida pelo vereador e contou com a presença da secretária municipal de Saúde, Shádia Fraxe, dos subsecretários Djalma Coelho e Nagib Salem, da diretora de planejamento, Vanilce Lima e da técnica Nelma Holanda.

De acordo com o vereador Elan Alencar, a secretária da Semsa, Shádia Fraxe, junto à equipe, apresentou todos os indicadores e serviços realizados no 3º quadrimestre de 2023. Segundo a titular da pasta, a produção do ano superou as metas.

“Além disso, apresentaram uma minuta de um Projeto de Lei para um reordenamento da estrutura de cargos da Secretaria Municipal de Saúde, para que nós enquanto vereadores possamos avaliar sobre esse realinhamento da Semsa”, destacou o parlamentar.

Metas

Durante a apresentação, Shádia chamou a atenção para o número de atendimentos e serviços realizados, os quais superaram as metas em 2023. Conforme a Semsa, as metas são estipuladas de acordo com a produção do ano anterior, acrescidas de uma projeção para o exercício seguinte.

“Nosso foco é continuar batendo as metas e para isso estamos entregando várias unidades novas, dando uma melhor qualidade de trabalho para o profissional da saúde como um atendimento de excelência para a população”, disse a secretária.

Fotos: Mauro Pereira – Dicom/CMM

Comissão discute desafio de eliminar a tuberculose como problema de saúde pública

A comissão externa sobre o enfrentamento da tuberculose discute na terça-feira (19/03) o desafio de eliminar a doença como problema de saúde pública. A reunião será realizada às 10 horas, no plenário 8.

O debate foi solicitado pelo deputado Antonio Brito (PSD-BA). Ele destaca que a tuberculose continua a ser uma das principais causas de morte no País, afetando especialmente populações em situação de vulnerabilidade.

“A tuberculose possui um fardo econômico significativo devido aos custos do tratamento prolongado, contribuindo para a perpetuação da pobreza”, afirma o parlamentar.

Antonio Brito defende ações coordenadas entre União, estados e municípios para compartilhar informações sobre estratégias de prevenção e tratamento.

A doença

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível causada por uma bactéria (bacilo de Koch). Afeta principalmente os pulmões. A tosse (seca ou com secreção) é seu sintoma mais conhecido.

De acordo com o Ministério da Saúde, são notificados anualmente 70 mil novos casos da doença no Brasil e ocorrem cerca de 4,5 mil mortes.

Fonte: Agência Câmara de Notícias / Foto: Depositphotos

Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher elege presidente e vices na próxima quarta-feira

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher marcou para a próxima quarta-feira (20/03) a reunião para eleição da presidente e vice-presidentes do colegiado.

A deputada Ana Pimentel (PT-MG) foi indicada para a presidência da comissão. Ela é médica, professora da Universidade Federal de São João del Rei, mestre e doutora em saúde pública e pesquisadora da área de saúde coletiva. Em seu primeiro mandato como deputada federal, ela preside a Frente Parlamentar Mista do SUS.

A comissão

A Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher foi criada em 2016 e tem, entre suas atribuições, o recebimento, a avaliação e a investigação de denúncias relativas à ameaça ou à violação dos direitos da mulher, em especial as vítimas de violência doméstica, física, psicológica e moral. O colegiado também fiscaliza programas governamentais relativos à proteção dos direitos da mulher.

A reunião será realizada às 13h30, no plenário 14.

Fonte: Agência Câmara de Notícias / Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

Lira comemora aprovação do projeto que cria “combustíveis do futuro”

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), afirmou que a aprovação dos chamados “combustíveis do futuro” representa um projeto do maior interesse do País.

A proposta, aprovada na quarta-feira (13/03) pelo Plenário da Câmara, cria programas nacionais de diesel verde, de combustível sustentável para aviação e de biometano, além de aumentar a mistura de etanol e de biodiesel à gasolina e ao diesel, respectivamente.

“O texto estabelece regras para o desenvolvimento do Combustível Sustentável de Aviação. É mais um passo para tornar o Brasil protagonista mundial no desenvolvimento e uso de fontes energéticas limpas”, disse o presidente por meio de suas redes sociais.

O texto aprovado é um substitutivo do deputado Arnaldo Jardim (Cidadania-SP) para o Projeto de Lei 528/20, do ex-deputado Jerônimo Goergen (RS), tomando como base o PL 4516/23, do Poder Executivo. A proposta ainda será analisada pelo Senado.

Se virar lei, a nova margem de mistura de etanol à gasolina passará de 22% a 27%, podendo chegar a 35%. Atualmente, a mistura pode chegar a 27,5%, sendo, no mínimo, de 18% de etanol.

Quanto ao biodiesel, misturado ao diesel de origem fóssil no percentual de 14% desde março deste ano, a partir de 2025 será acrescentado 1 ponto percentual de mistura anualmente até atingir 20% em março de 2030, segundo metas propostas no texto.

Fonte: Agência Câmara de Notícias / Foto: Mario Agra / Câmara dos Deputados

Comissão debate ação de combate à violência contra a mulher

A Comissão Permanente Mista de Combate à Violência contra a Mulher (CMCVM) realizará na quarta-feira (20/03), às 14h30, debate sobre o “projeto banco vermelho”, que instala assentos nessa cor em espaços públicos com o objetivo de conscientizar sobre a violência contra a mulher. O banco exibe ainda frases que levem o usuário à reflexão sobre o tema. A audiência pública atende ao requerimento (REQ) 1/2024 da deputada Maria Arraes (Solidariedade-PE).

O “projeto banco vermelho” está previsto no Projeto de Lei (PL) 147/2024, de Arraes, como uma das possíveis campanhas do Agosto Lilás, mês de proteção à mulher instituído pela Lei 14.448, de 2022. O movimento começou na Itália, em 2016, e ganhou a adesão no Brasil das ativistas Andrea Rodrigues e Paula Limongi, que perderam duas amigas para o feminicídio na capital de Pernambuco. Em 2023, os órgãos de segurança de Recife registraram 78 casos de mulheres que se converterram em vítimas fatais da violência de homens com quem se relacionavam. O banco Vermelho também está presente na Argentina, na Espanha e na Austrália.

O colegiado do Congresso Nacional espera a confirmação da vinda das dirigentes do Instituto Banco Vermelho ao debate. A organização começou a fixar bancos no ano passado, escolhendo locais de grande afluxo do público, como calçadas e pátios de universidades. No último dia 8, promoveu a instalação temporária de 100 deles na Praia de Boa Viagem, cartão postal da cidade.

Para a audiência de quarta-feira, foram igualmente convidados representante da prefeitura de Recife e do Ministério das Mulheres.

Fonte: Agência Senado / Foto: Instituto banco vermelho

Comissão analisa projeto que limita remoção de conteúdo em redes sociais

A Comissão de Comunicação e Direito Digital (CCDD) tem reunião marcada para quarta-feira (20/03), às 9h30, com 18 itens em pauta. Um deles é o projeto do senador Jorge Seif (PL-SC) que limita a remoção de conteúdos publicados nas redes sociais. O PL 592/2023 cria novas regras para a moderação de conteúdos nas redes sociais, estabelece garantias aos usuários e dificulta a remoção de publicações ou a suspensão de contas. 

Uma das mudanças trazidas pelo projeto é a equiparação da personalidade civil à existência da pessoa no âmbito digital. Segundo o texto, a pessoa civil passa a incluir a projeção da identidade na internet e o reconhecimento do direito à existência em comunidades virtuais, redes sociais, páginas individuais ou comunitárias e outros meios digitais de comunicação, vedado o anonimato.

O senador explicou que o projeto foi feito a partir da Medida Provisória (MP) 1.068/2021, com alguns aprimoramentos. Editada pelo então presidente Jair Bolsonaro, a medida, conhecida como MP das Fake News, foi devolvida ao Executivo pelo presidente do Congresso, senador Rodrigo Pacheco. À época, Pacheco disse considerar que as previsões da MP eram contrárias à Constituição e caracterizavam exercício abusivo do Executivo, além de trazer insegurança jurídica.

O relator, senador Hamilton Mourão (Republicanos-RS), é favorável à proposta. Ele argumenta que as regras atuais do Marco Civil da Internet são insuficientes e “há pouca clareza em relação aos critérios observados na moderação de condutas e postagens nas redes sociais, o que gera prejuízos ao pleno exercício da liberdade de expressão no ambiente virtual”. O relator, no entanto, apresentou seis emendas para, segundo ele, aperfeiçoar o texto. Uma delas amplia a definição de rede social, com a adoção do termo “conteúdos”. Mourão considerou a expressão anterior, “opiniões e informações”, muito vaga e imprecisa. Ele também fez ajustes na ementa e na parte que define o que é “dado pessoal sensível”.

Se for aprovado na CCDD, o projeto seguirá para a análise da Comissão de Direitos Humanos (CDH) e, posteriormente, para a Comissão de Defesa da Democracia (CDD), onde vai tramitar em decisão terminativa.

Rádios e audiências públicas

A CCDD também vai votar uma série de projetos de autorização para o funcionamento de rádios. Um deles renova a autorização outorgada à Fundação de Ação Cultural Educacional e Social de Panambi (RS) para executar serviço de radiodifusão comunitária (PDL 658/2021). Outro projeto (PDL 465/2019) aprova o ato que outorga permissão à Fundação Francisco Rodrigues Sancho para executar serviço de radiodifusão sonora em frequência modulada no município de Itapipoca (CE).

Ainda consta da pauta da comissão vários pedidos para a promoção de audiências públicas. O senador Izalci Lucas (PSDB-DF), por exemplo, quer uma audiência para debater o PL 2.628/2022, que trata “da proteção de crianças e adolescentes em ambientes digitais” (REQ 11/2024 – CCDD). Já o senador Eduardo Gomes (PL-TO) quer uma audiência para debater o PLP 12/2024, proposta legislativa encaminhada ao Congresso Nacional pela Presidência da República que cria um pacote de direitos trabalhistas para os trabalhadores por aplicativo (REQ 12/2024 – CCDD).

Fonte: Agência Senado / Foto: Pedro França/Agência Senado

Atuação das mulheres rurais na produção e na política será debatida na CRA

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária (CRA) realiza nesta quarta-feira (20/03), às 14h, audiência pública interativa sobre o tema “Mulheres rurais: da produção à política”.

A iniciativa é da senadora Teresa Leitão (PT-PE). No requerimento que apresentou (REQ 5/2024), Teresa ressalta que a atuação das mulheres nos movimentos sociais promove seu reconhecimento como sujeito político e valoriza a sua participação no combate às opressões.

“As lutas das mulheres rurais no combate às opressões históricas são propagadas por movimentos como a Marcha das Margaridas, que no ano de 2023 reuniu mais de 100 mil mulheres agricultoras de todo o Brasil na capital federal. Dentre as pautas propostas por esse movimento para o Legislativo brasileiro, os pontos centrais apontados são: a erradicação da fome; o combate às injustiças, à crise ambiental, às violências nas mais diversas dimensões e às desigualdades de classe, gênero e raça”.

A senadora avalia que há conquistas a serem celebradas, como o reconhecimento das mulheres rurais enquanto trabalhadoras da agricultura familiar. Mas que é preciso avançar, segundo ela, nas discussões sobre os obstáculos impostos à consideração delas como agentes sociais e políticos, “com o escopo de romper com as desigualdades”.

O debate contará com a participação, já confirmada, da diretora de Reflorestamento e Recuperação de Áreas Degradadas do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Lizane Ferreira Soares; da diretora-executiva de Pessoas, Serviços e Finanças da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), Selma Lúcia Lira Brandão; e da vereadora da Câmara Municipal de Terenos (MS), Lucilha de Almeida, que será ouvida por vídeoconferência.

A CRA ainda aguarda a confirmação da secretária nacional de Articulação Institucional, Ações Temáticas e Participação Política do Ministério das Mulheres, Carmen Helena Ferreira Foro; da secretária de Mulheres Trabalhadoras Rurais da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag), Mazé Morais; da ouvidora nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), Ana Lúcia Aparecida da Silva; e de representante do Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA).

A audiência pública será realizada na sala 7 da ala Alexandre Costa.

Fonte: Agência Senado / Foto: Leopoldo Silva/Agência Senado

Comissão mista sobre migrações e refugiados será instalada na terça

A Comissão Mista Permanente Sobre Migrações Internacionais e Refugiados (CMMIR) tem reunião de instalação marcada para terça-feira (19/03), às 15h. Além da instalação, haverá a eleição do presidente e do vice-presidente da comissão. 

A CMMIR foi criada em 2019 para acompanhar movimentos migratórios nas fronteiras do Brasil e a situação dos refugiados internacionais dentro do país. Diferentemente das comissões permanentes do Senado, que têm eleição e composições renovadas a cada dois anos, a CMMIR é instalada a cada ano.

A composição do colegiado é de 12 senadores e 12 deputados federais como membros titulares e mesmo número de suplentes, escolhidos pelo critério da proporcionalidade partidária. Em 2023, a CMMIR foi presidida pela senadora Mara Gabrilli (PSD-SP).

A reunião será sediada no Plenário 3 da Ala Senador Alexandre Costa.

Fonte: Agência Senado / Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado